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As fraturas por estresse são fissuras nos ossos causadas por sobrecarga e impacto contínuos. Os cuidados são essenciais para evitar o agravamento da lesão. O tratamento por ondas de choque é um grande aliado no processo de tratamento.

 

O que é?

Fraturas por estresse são comuns nos ossos de sustentação do nosso corpo, ossos da perna e ossos do metatarso.

Maratonistas, bailarinas e militares que marcham longas distâncias são mais suscetíveis, contudo qualquer pessoa pode vir a ter uma fratura por stress decorrente de uma prática de exercícios repetitivos com uso excessivo e ou uso inadequado, muitas vezes agravada por deficiência de vitamina D e ou outras doenças metabólicas como a osteoporose.

Pacientes com distúrbios da vitamina D muitas vezes nem precisam de exercícios de repetição para que ocorra a fratura por stress.

Fraturas por estresse são geralmente pequenas fissuras no osso e passam despercebidas no início, porém necessitam de cuidados devido à dor e a dificuldade de continuar as atividades habituais, forçando o repouso para que se consiga a melhora da dor no local afetado.

O que causa uma fratura por estresse?

Excesso recorrente de sobrecarga e impacto é a causa básica das fraturas por stress, principalmente nos membros inferiores, contudo todo osso do corpo humano está suscetível a esse tipo de fratura.

O corpo humano trabalha o tempo todo. Quando uma atividade nova com sobrecarga começa a ser realizada, ele precisa de um tempo para se recuperar, se reestruturar e criar um mecanismo que suporte essa alteração. O problema é que, na maioria das vezes, esses movimentos acontecem de maneira muito forte e repetitiva em um curto período de tempo. O corpo perde essa capacidade de se adequar e acaba ocorrendo a fadiga muscular, o que deixa as estruturas frágeis, causando as fraturas por stress.

Antigamente, esse tipo de fratura era conhecido como “fratura do marchador” devido à caminhada típica do militar durante a marcha.

Com o passar do tempo, as fraturas por estresse também passaram a ser diagnosticadas com frequência em praticantes de esportes, tanto amadores quanto profissionais. Atletas de corrida, corrida com salto, salto em distância, de alguns esportes coletivos, como beisebol, e dançarinos podem desenvolver fraturas por estresse.

Sintomas

Quando se fala em fratura, o primeiro pensamento é dor intensa e instantânea. As fraturas por estresse são um pouco diferentes. Um atleta que se lesiona e continua se exercitando intensamente pode, sim, apresentar a dor quase que instantânea, já que continua exercendo força sobre o local lesionado. Mas, é bastante comum que a pessoa sinta um desconforto inicial e que a dor vá se agravando com o passar do tempo.

Além de ser gradativa, o paciente pode sentir dor ao tocar na região fraturada, além de inchaço na região. Outro sintoma comum é o surgimento de hematomas na área onde ocorreu a fratura por estresse.

O “desaparecimento” dos sintomas costuma acontecer quando a pessoa está relaxada, sem realizar nenhum tipo de esforço sobre a área atingida.

Diagnóstico e tratamento

É importante procurar um clínico geral ou ortopedista assim que surgirem os primeiros sintomas. O médico vai realizar alguns exames clínicos, avaliar os sintomas e solicitar exames de imagem, como radiografia e ressonância magnética. O próximo passo é identificar onde a lesão ocorreu e qual o seu nível de risco (alto ou baixo) para indicar a melhor opção de tratamento.

As fraturas são visíveis em radiografias simples quando já estão nas fases mais avançadas, razão pela qual nas fases iniciais necessita-se muitas exames de exame de imagem de ressonância nuclear magnética para o esclarecimento do diagnóstico.

Em geral, o tratamento convencional, sem intervenção cirúrgica, é o recomendado para tratar as fraturas por estresse. O primeiro passo é deixar de realizar a atividade de impacto e sobrecarga que desencadeou a lesão. Alguns pacientes precisam utilizar muletas, bota imobilizadora, tipoia ou outro tipo de órtese para aliviar a carga.

É importante entender qual o grau da fratura por estresse e se a mesma é de baixo ou alto risco, mudando por vezes a maneira solucionar a situação.

O tratamento por ondas de choque focal com alta energia é um grande aliado no processo de consolidação das fraturas por estresse, uma vez que estimula o processo de reparação e cicatrização dos tecidos ósseos e outras estruturas que podem ter sido simultaneamente afetadas.

O resultado é comparável e muitas vezes melhor do que a cirurgia, com menor risco e baixo custo quando se utiliza geradores focais associado à energia mais alta. Por vezes a falha no resultado se dá pelo uso inadequado do tipo de aparelho ou da energia utilizada.

Um dos benefícios do tratamento por ondas de choque é evitar a possibilidade de cirurgia.

Além do tratamento por ondas de choque, a fisioterapia na água e exercícios de alongamento também compõe as indicações de tratamento convencional.

Apenas em casos extremos e raros, que não respondem bem às opções citadas acima, pode-se indicar a cirurgia.

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